Projeto de proteção a isolados: síntese dos planejamentos para 2016

Mariana Azevedo

Reuniões com equipes das Frentes de Proteção Etnoambiental e Coordenações Regionais das áreas focais de atuação pactuaram propostas de atividades a serem realizadas neste ano

Entre o final do ano passado e início deste ano, as Equipes das Frentes de Proteção Etnoambiental Awá Guajá, Cuminapanema, Médio Xingu, Madeirinha/Juruena, Envira e Madeira Purus se reuniram com representantes do Centro de Trabalho Indigenista (CTI) e da Coordenação-Geral de Índios Isolados e de Recente Contato (CGIIRC/Funai) para avaliar o plano de trabalho e ações executadas em 2015 no âmbito do projeto Proteção Etnoambiental de Povos Indígenas Isolados e de Recente Contato na Amazônia. Nas reuniões também foram elaboradas propostas de planejamento anual para as atividades de 2016.

Equipe do CTI reunida com represetantes da Frente de Proteção Etnoambiental Awá-Guajá e da CGIIRC/Funai em São Luís (MA) (Fotos: Acervo CTI).

Os encontros aconteceram, respectivamente, em São Luís (MA), Alter do Chão (PA), Cuiabá (MT), Rio Branco (AC) e Lábrea (AM). Esta última também contou com o acompanhamento de representantes do BNDES/Fundo Amazônia, entidade que apoia financeiramente o projeto. As propostas de planejamentos serão discutidas com as organizações indígenas, parceiros locais e Funai para ampla pactuação e articulação.

As atividades de interlocução com o entorno de território de isolados serão executadas nas TIs foco de atuação. São elas: TI Araribóia, TI Caru e TI Awá (MA); TI Nhamundá-Mapuera, TI Trombetas-Mapuera e TI Kaxuyana-Tunayana (PA); TI Jamamadi/Jarawara/Kanamati, TI Banawá e TI Hi-Merimã (AM), TI Kawahiva do Rio Pardo (MT), TI Kampa e Isolados do Rio Envira, TI Kashinawá do Rio Jordão (AC), entre outras.

Equipe do Fundo Amazônia acompanha reunião de planejamento em Lábrea (AM).

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