Abril no Memorial dos Povos Indígenas – Programação detalhada

A partir do dia 13 de abril, o Memorial dos Povos Indígenas em Brasília (DF) recebe uma programação especial. A programação dá início ao Projeto Culturas Vivas – Memorial dos Povos Indígenas, uma parceria entre o Centro de Trabalho Indigenista e a Secretaria de Cultura do Distrito Federal.

Confira a programação detalhada:

Ocupação Culturas Vivas (Espaço Expositivo)
De 13 de abril a 30 de junho, aberta ao público de terça a domingo, das 10h às 21h durante o mês de abril e das 9h às 17h em maio e junho.

A Ocupação Culturas Vivas, que acontece na área expositiva do Memorial dos Povos Indígenas – MPI, celebra a resistência cultural dos Povos Indígenas, e convida você a conhecer ou revisitar o espaço, nesse momento em que está em curso uma série de ações para dinamizar sua ocupação.

Vivências Interculturais (no terreiro do MPI)
No mês de abril acontecem no MPI três Vivências Interculturais com atividades ministradas por artesãs e artesãos indígenas de diferentes comunidades. Convidamos artistas expoentes de cinco povos indígenas do Cerrado: Canela, Kadiweu, Kayapó, Kinikinau e Terena.

Os artistas convidados, todos provenientes de terras indígenas em processos de regularização, trazem ao público de Brasília a oportunidade de conhecer expressões artísticas que carregam consigo processos cotidianos de vida e de luta.

Para participar das Vivências Interculturais, você deve preencher o Formulário de Inscrição Abril Indígena no MPI.

– A arte da Cerâmica
Sexta, dia 13/04 – das 14h às 18h
Sábado, dia 14/04 – das 10h às 16h

Vivência que irá propiciar a partilha de saberes sobre a Arte da Cerâmica dos Povos Terena, Kadiwéu, e Kinikinau. Será propiciado aos participantes o encontro com três formas distintas de transformar a argila e de fazer arte com o barro, desenvolvidas por três povos do pantanal sul-mato-grossense que guardam entre si relações históricas e cosmológicas profundas.

– A arte da Pintura Corporal
Sexta, dia 20/04 –  das 15h30 às 19h30
Sábado, dia 21/04 –  das 10h às 16h

A vivência oferece uma atividade que conjuga diálogos e práticas sobre a arte da pintura corporal Kayapó, onde o público poderá conhecer um pouco da técnica das mulheres desses povo, participando do processo desde o início, com a extração do jenipapo, a preparação da tinta, e a contemplação da sofisticada aplicação dos desenhos no corpo.

– A arte da Cestaria
Sexta, dia 27/04 –  das 16h às 20h
Sábado, dia 28/04 – das 10h às 16h

Vivência em que o público pode contemplar a manufatura do trançado das palhas manejadas por artesãos do povo Canela, aprendendo um pouco de suas técnicas e modos de uso.

Cine Debate
O Memorial dos Povos Indígenas traz uma Mostra de Cinema Indigenista, com sessões de Cine Debate, visando exaltar o recurso ao cinema como um espaço de luta política e a ação indigenista militante.

Todas as sessões serão seguidas de debate entre os realizadores, lideranças indígenas e convidados. Em breve, divulgaremos a composição das mesas de debate no site do CTI e em nossa página do Facebook.

24 de abril (terça), 19h
– Índios no Poder (2015, Brasil – DF. Dir: Rodrigo Arajeju. Doc, 21 min): Sem representante no Congresso Nacional desde a redemocratização, as Nações Indígenas sofrem ataques da Bancada Ruralista aos seus direitos constitucionais.
– Martírio (2016, Brasil – MS. Dir: Vincent Carelli, Ernesto de Carvalho e Tita. Doc, 162 min): A grande marcha de retomada dos territórios sagrados Guarani Kaiowá a partir da década de 1980 e as origens do conflito genocida de forças desproporcionais entre as comunidades Kaiowá e o poderoso aparato do agronegócio.
– Debates

25 de abril (quarta), 19h
– Para´i (2017, Brasil – SP. Dir: Vinicius Toro. Drama, 82 min): Saga de Pará, menina indígena que se encanta com a beleza das sementes coloridas de um milho tradicional guarani. Pará mostra que mesmo diante de um contexto tão adverso a cultura Guarani possui dentro de si muita força para resistir e crescer.
– Ex-Pajé (2017, Brasil – RO. Dir: Luiz Bolognesi. Doc, 80 min): Perpera era um pajé poderoso, depositário do saber ancestral de seu povo. O ex pajé sabe que os espíritos da floresta estão bravos, já que ele não reza mais. Quando a morte ronda os Paiter Suruí, o poder de falar com os espíritos pode ser novamente necessário.
– Debates

26 de abril (quinta), 19h
– Tapayuna (2017, Brasil – MT. Dir: Yaiku Suyá. Doc, 14 min): História do contato dos Tapayuna com os não índios, sua luta pela retomada do território tradicional, bem como o cotidiano e a dinâmica ritual dos moradores da aldeia Kawêrêtxikô.
– Piripkura (2017, Brasil – RJ. Dir: Mariana Oliva, Renata Terra e Bruno Jorge. Doc, 82 min): Dois indígenas do povo Piripkura, sobrevivem cercados por fazendas e madeireiros numa área ainda protegida no meio da floresta amazônica. Piripkura aborda as consequências de uma tragédia e revela a força, resiliência e autonomia daqueles que foram expostos a todo tipo de ameaças e têm resistido ao contato.
– Debates

27 de abril (sexta), 18h
– Yawalapiti – Entre Tempos: Atividade com apresentação de luta; bate papo com lideranças do povo Yawalapiti, e exibição de fotos.
– Tempo de Kuarup (2014, Brasil – MT. Dir: Neto Borges. Doc, 52 min): No Alto Xingu, o falecimento de um chefe abre a oportunidade para a realização de sua homenagem no Kuarup. Todo o ritual, que pode durar até um ano, é composto de uma série de eventos cerimoniais preparatórios.
– Índio Presente (2017, Brasil. Dir: Bruno Villela e Sérgio Lobato. Doc, 26 min): Índio presente é uma série documental que aborda em 13 episódios de 26 minutos os maiores estereótipos reproduzidos sobre os povos indígenas.
– Debates

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